Bahia, muito dinheiro e pouco futebol

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A opinião de Jota Jota / (Treinador Renato Paiva / Foto: Felipe Oliveira-ECB)

Somos sabedores que a estrutura de um clube não se muda da noite para o dia, mas é certo que logo de cara é para se notar melhorias e uma postura de clube vencedor e de que vai formar um elenco não para ser coadjuvante de certames, mas sim participante brigando por campeonatos internacionais.

Estamos vendo um Bahia totalmente fragilizado dentro do Brasileirão-Rei, onde suas apresentações e resultados estão abaixo do esperado e na bronca o torcedor não tem mais com quem reclamar. Gastaram uma grana exacerbada e o elenco está bem abaixo de um clube que para os artistas do City, será o segundo na ordem das coisas.

Hoje o Bahia é um time com muito dinheiro, mas com muito pouco futebol, e da forma que vai, as dúvidas permanecem à baila, são os jogadores que não possuem qualidades técnicas, ou o treinador que com sua paciência consegue exterminar a paciência dos que torcem para o Tricolor de Aço, uma equação a ser resolvida por quem hoje comanda o futebol.

O empate diante do Goiás mostrou que o time não consegue se superar em campo, por mais que tenha em três a quatro atletas uma dedicação extrema. A carruagem não anda, e as rodadas vão se sucedendo com o G 4 se distanciando e o Z 4 se aproximando, fica por demais complicado para quem tem feito uma média de 25 mil torcedores por jogo na Arena Fonte Nova.

Até não se incomodaram muito que o azul marcante do uniforme, tenha sido trocado pelo azul do City o que deixou esquisito o manto do Bahêa, mas dizem por aí que quem contrata a banda escolhe o repertório, mas é preciso que as músicas agradem. Façam uma enquete pelas ruas de Salvador ou pelas cidades do estado, e perguntem da satisfação do torcedor do Esporte Clube Bahia neste momento.

Está na hora de corrigir os defeitos enquanto é tempo.

#PRONTOFALEI@JOTAJOTA.