Por Tony Martins

A penalidade máxima é a maior punição do futebol que se aplica a equipe infratora e, consiste no lance mais fácil, teoricamente, para ser convertido em gol. A história mostra que existem pênaltis que são perdidos e não causam tantos transtornos, desde que não provoquem perda de títulos ou uma eliminação da competição.

Zico, por exemplo, tem sua história marcada na seleção brasileira, não pelos belíssimos gols que fez vestindo a camisa amarela do nosso escrete, mas, pelo pênalti perdido contra a França na Copa do México em 1986.

Em 2000, na final do primeiro turno do Campeonato Baiano, o Vitória vencia o Juazeiro por dois a zero, quando Janílson perdeu um pênalti defendido pelo goleiro Jean diante de 55 mil pessoas, das quais 51.200 pagantes. O gol daria o título ao Juazeiro e, por conta disso, o jogador ficou com essa marca em sua história, apesar de suas inúmeras contribuições ao clube.

O jogador Nino da Juazeirense, já perdeu pênalti, mas, a decepção jamais será comparada com a de domingo (02/08/2020), quando o atacante perdeu um diante do Atlético de Alagoinhas. A equipe vencia por dois a zero precisava de mais um gol para se igualar ao adversário no placar agregado, o que levaria a decisão da vaga na final da competição para os pênaltis. Nino cobrou e o goleiro defendeu, na sobra o atacante chutou em cima do goleiro.

O fato de ter marcado um gol na partida e ser o artilheiro da Juazeirense na competição e o maior na história do clube, não apagará a maldição do pênalti perdido.