A opinião de Jota Jota: Por que o excesso de preciosismo?

Jota Jota

Na atual fase do futebol brasileiro, não entendemos ainda o porquê determinados atletas, acabam por complicarem suas equipes, deixando de somar pontos, pelo excesso de egoísmo e de preciosismo, quando das oportunidades de gol, ou de troca de passes, que possibilitem uma vantagem para os times que defendem, e acabamos vendo isso em todos os certames, independentemente da divisão em que atuam.

Por mais que eu queira entender, e ao final do jogo ele tenha tentado se explicar, Élber fez com que o Bahia, deixasse de somar três pontos, levasse o gol de empate, e por pouco não virasse o marcador no Morumbi. Em uma das poucas jogadas limpas e rápidas do Bahia no segundo tempo, o bom jogador do tricolor baiano, quis fazer um gol que dar-lhe-ia, uma placa de bronze na entrada do Cícero Pompeu de Toledo.

Na tentativa da cavadinha, ficou sem a enxada, a picareta, a pá e a escavadeira, parando nas mãos de Thiago Volpi, que evitou que o Bahia chegasse aos 2 a 0, dando ao combalido time de Daniel Alves fôlego para buscarem o resultado que estava adverso dentro de casa, chegando ao 1 a 1, tirando dois dos três pontos, que estavam praticamente garantidos pelos comandados de Roger Machado, que retornaram para casa apenas com um pontinho.

Atitudes como aquelas, cuja ação, chega à barras de uma irresponsabilidade, e falta de comprometimento com o trabalho, tem que ser passiva de uma punição séria, pois este dois pontos deixados de serem ganhos, podem fazer muita falta logo ali na linha de chegada, e é o Bahia, quem acabará pagando a conta, juntamente como seu torcedor, que não comungou com a atitude de Élber, e olhem que tem sido, um dos poucos a serem elogiados, nos últimos jogos do tricolor, custaram caro estes dois minutos de preciosismo.

Sei, vão comentar o pênalti perdido né. Pois bem, será que nunca o goleiro vai ter méritos por uma defesa como aquela, de qualidade indiscutível? Gilberto cobrou com força, enviesado, a poucos centímetros da grama, e Volpi, fora no canto certo, com uma impulsão fantástica, auxiliada por sua envergadura, realizando uma portentosa defesa. Mérito do goleiro, que deveria levar um bicho extra.

Roger Machado, o diretor de futebol e até mesmo Bellintani, terão que alertar o grupo, para que o fato, não seja repetido por nenhum dos integrantes, com promessa de uma punição, com aquela contusão que boleiro nenhum gosta… A Distensão de Bolso, aquela que custa de 10 `20% nos vencimentos, aposto que farão o gol, querem apostar?

Futebol é coletivo, e tem que ser jogado, na mais tradicional culinária brasileira, o gostoso arroz com feijão, está difícil jogar assim, quem dera com lasanha e estrogonofe, façam o mais simples, rapaziada.

#PRONTOFALEI

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião do site Agência CH.