Capitão Vaguinho e atacante Jeam pedem paciência à torcida juazeirense

Ascom / Juazeirense
Atacante Jeam e volante Vaguinho (Foto: Carlos Humberto/Agência CH)

Nos últimos dias, nas redes sociais, torcedores da Juazeirense tem provocado ruído com críticas ao desempenho da equipe nos testes realizados contra equipes amadoras e nos dois jogos contra o Petrolina, equipe profissional da primeira divisão do futebol pernambucano.

Para ser justo, essa preocupação não se limita apenas no entorno da torcida. Dentro do elenco, jogadores compromissados com a história do clube, não se escondem dos problemas, conversam e discutem alternativas para encontrar o melhor caminho na busca do sucesso e da consagração.

É o caso do capitão Vaguinho e do atacante Jeam, dois remanescentes da temporada passada, que se manifestaram em nome de todos os jogadores que compõem o atual elenco.

Em conversa mantida com o site do clube nesta quinta-feira 10, após o treino, os dois revelam que, “Embora seja comum no início de toda preparação, quando os jogadores ainda não alcançaram o nível ideal, seja físico ou técnico, todos jogadores estão se doando ao máximo para que os resultados apareçam”.

O atacante Jeam, totalmente adaptado ao clube e à cidade, reconhece que “Os jogadores ainda não se enquadraram dentro da filosofia do treinador Vladimir”, e justifica a profunda modificação no elenco, quando apenas cinco jogadores da temporada passada permaneceram no grupo, para a falta de entrosamento. Nas suas palavras, “É normal a cobrança que vem do torcedor, por isso peço um pouco mais de paciência, que logo teremos uma equipe entrosada o suficiente para fazer um excelente campeonato baiano” – garantiu.

Ídolo da torcida, que o chama de Rei da Raça, Vaguinho é o jogador com mais tempo de clube no elenco atual. Sobre a manifestação da torcida, afirma que “Eu compreendo o torcedor. Nós, também, não estamos satisfeitos com os resultados, mas peço um pouco de paciência que logo as peças vão se encaixar e eles terão um time forte e competitivo para dar as alegrias que eles merecem” – finalizou o capitão.