Falôôô... A opinião de Jota Jota
Jota Jota

Muito embora os clubes da série “B” da FBF tenham se manifestado quando ao regulamento do futuro certame deste futebol TUPINIQUIM, mais uma vez prevaleceu o MEDO, a PAURA, a INCERTEZA, e o OLHO PARA O PRÓPRIO UMBIGO. Novamente Bahia, Vitória e FBF foram votos vencidos. A BANCADA do INTERIOR, que não se garante, recusou a proposta para que caíssem dois e subissem dois times em 2021.

E a verdade é que esta resolução já fora tomada, e os chamados times da primeira, atropelaram a determinação, e a FBF não teve a autoridade máxima, para que se fizesse cumprir. Os times do interior não querem, e não aceitam a mudança. É uma vergonha, falta de competência, e de uma insegurança tamanho da Bahia de Todos os Santos. A verdade, é que quem não tem competência, não se estabeleça.

O Unirb subiu por méritos, mas a outra vaga, se houvesse, seria do Colo Colo de Ilhéus, ou seja, os clubes investiram, participaram de um torneio MAMÃO, de tiro curtíssimo, e com datas a rodo que não foram utilizadas, mas culpa-se também, alguns participantes, que votaram nesta fórmula suicida.

Corre na Rádio Corredor, que os clubes da B não aceitariam disputar em 2021, se o formato da competição for o mesmo, e não acontecesse a mudança no número de clubes no acesso. E agora, o que vai ser? O arbitral já aconteceu, e TUDO COMO DANTES, NO QUARTEL QUE NÃO É DE ABRANTES.

Os clubes da série B, deveriam sim, serem mais unidos e confrontarem a Federação, promotora da competição, fazendo com que a mesma, cumpra a determinação, que fora ENGAVETADA, fazendo permanecer esta fórmula RIDÍCULA. Não sou causídico esportivo, mas é caso de buscar reverter a situação, usando os homens da capa preta, até na última instância esportiva. Se não resolver, que busquem a cível.

Senhores, estes dirigentes do interior que jogam a série B, são abnegados e de muita coragem, de montar um time para 60 dias, colocarem novamente as camisas nos armários, infestados de naftalina, para afugentar os percevejos, até o próximo ano.

As mudanças radicais, que se fazem necessárias no futebol da Bahia, ainda estão longe, mas muito longe mesmo de acontecerem. Enquanto isso, o amadorismo nas administrações prossegue, e tudo vai na base do salve-se quem puder, pois farinha pouca, no meu feijão primeiro.

Como perguntar não ofende…

Qual o medo que os dirigentes têm, de enfrentarem os desmandos no futebol doméstico? Que pena, Manu das Cocadas, não está mais entre nós, ele descobriria.

#PRONTOFALEI.

(O texto é de responsabilidade do autor e não representa, necessariamente, a opinião do Agência CH)