Da Redação
Daniel Alves, capitão do São Paulo (Foto: Rubens Chiri/Divulgação/CPFC)

Aos 37 anos e longe de falar em aposentadoria, o juazeirense Daniel Alves, se consolida como maior referência do São Paulo na atual temporada, reconhecido pelo técnico Fernando Diniz como “nível internacional”.

Figurinha carimbada nas convocações da seleção brasileira, Daniel brilhou na conquista da última Copa América. Em conversa com vários meios de comunicação, Tite assegurou que “as portas continuam abertas para o retorno do jogador.”

Daniel está ausente da seleção brasileira desde o título da Copa América, quando foi eleito o melhor da competição, mídia e torcedores cobram do técnico Tite o seu retorno ao escrete canarinho. Se atuando na lateral ou no meio de campo, não importa. É consenso que o talento e a experiência do jogador são de vital importância para o sucesso da seleção, inclusive na Copa do Catar em 2022.

Em entrevista ao portal UOL, Diniz destacou a capacidade do camisa 10 de “Ler o jogo, colocar os companheiros na cara do gol, cresce em jogos decisivos, ele agrega em vários aspectos”. E acrescentou: “Na parte técnica, ele é acima da média, a história está escrita, a maior parte está escrita como um dos maiores de todos os tempos. A força do caráter e do profissionalismo dele. Esse tipo de jogador, de pessoa, agrega muito em jogos decisivos”, finalizou.

Em 2020, Daniel esteve presente em 41 jogos do São Paulo, sendo substituído duas vezes. Marcou seis gols e deu seis assistências para os seus companheiros. Parte dos gols marcados pela dupla Luciano e Brenner saíram dos pés do juazeirense nascido no Salitre e criado nas divisões de base do Juazeiro Social Clube.