Uma crônica da cobertura da Copa América Brasil 2019

Por Carlos Humberto - texto e fotos

Hoje a cidade de Salvador vive a expectativa de Argentina e Colômbia. Será um jogão, é o que todos esperam. De acordo com colegas que cobriram a estreia do Brasil em São Paulo, o jogo dos ‘hermanos’ está mais comentado do que Brasil e Bolívia.

Como acontece em todos os eventos promovidos pela Fifa e Conmebol, o trânsito sofre mudanças nas imediações do estádio, dificultando a chegada ao local. No caso da imprensa, a Conmebol disponibiliza ônibus de meia em meia hora, que tem o acesso facilitado. Foi o nosso caso.

Nos pontos de entrega de ingressos, filas quilométricas se formam para os retardatários. Conhecidos, entre eles meu filho Ciro e meu sobrinho Erick, com as respectivas, engrossam a fila e saboreiam uma gelada para ajudar na transição.

Embora a organização não seja nenhuma Coca-Cola, as queixas são pontuais e aos poucos as coisas de ajustam e a Fonte Nova ganha aspectos de uma casa de espetáculos, só que barulhenta.

Chegamos no horário marcado, e às 15 horas eu já disputava uma mesa com cadeira e internet no Centro de Mídia, agora lotado. Colegas como Glauber Guerra, do Bahia Notícias, e outros que conhecemos no dia anterior, se juntam num papo que pretende amainar a longa espera para o início da partida, prevista para 19 horas.

Vamos nos preparar para o jogo à base de água mineral.