Gazeta Esportiva
(Foto: Alexandre Vidal/Flamengo)

A sequência de jogos neste início de temporada do Flamengo estão cobrando seu preço. Em onze dias, a equipe rubro-negra encarou quatro partidas decisivas e viagem para fora do país, o que obrigou o técnico Jorge Jesus a escalar uma equipe alternativa na final da Taça Guanabara, neste sábado, contra o Boavista.

A maratona começou na quarta-feira, dia 12 de fevereiro, quando o adversário foi Fluminense pela semifinal da Taça Guanabara. Em um clássico bastante movimentado, o Fla saiu vencedor por 3 a 2.

Quatro dias depois, na manhã de domingo, foi realizada a final da Supercopa do Brasil no
estádio Mané Garrincha, em Brasília. Diante do Athletico Paranaense, o Flamengo teve uma
atuação de gala e conquistou o título com uma vitória por 3 a 0.

De Brasília, a delegação rubro-negra partiu para Quito, no Equador, onde na quarta-feira, dia 19, encarou o Independiente del Valle no confronto de ida da final da Recopa Sul-Americana. Jogando na altitude de 2.800 metros, o Fla saiu atrás no placar, virou o jogo e sofreu o empate aos 45 minutos em cobrança de pênalti.

A equipe retornou ao Brasil na quinta-feira e no sábado venceu o Boavista de virada por 2 a 1 e conquistou a Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca.

Contrariando sua filosofia de trabalho, Jorge Jesus escalou o time para a partida no Maracanã com apenas dois titulares entre os onze iniciais, o zagueiro Gustavo Henrique e o atacante Gabigol, sendo que este não esteve no Equador pois estava suspenso.