Por Jota Jota

Por mais de 20 dias mentores do Vitoria estiveram conversando com o atacante Nildo Petrolina da Juazeirense, fazendo ofertas salarias superiores as do Cancão de Fogo, mas tudo sem conhecimento da diretoria do clube interiorano, e até mesmo uma proposta oficial. A coisa estava sendo conduzida tão mal, que o jogador quem procurou o presidente Roberto Carlos e falou das ofertas.

E a reação do presidente do clube não fora diferente, subiu nas tamancas e sem vender acarajé rodou a baiana, isso porque o profissional tem contrato assinado até o final da temporada, ou seja, depois da série “D”. Somente no sábado 14, antes da partida diante do Atlético, que Roberto Carlos recebeu um telefonema falando sobre o assunto, do outro lado da linha Fabio Mota.

Depois do jogo o atacante voltou a procurar a presidência do clube, falou das ofertas e que queria sair, aí foi que a coisa ficou um tanto mais complicada, a Juazeirense reajustou o salário do jogador, o informou de que o contrato assinado terá que ser cumprido, então diga aos torcedores que fico por livre e espontânea pressão totalmente pertinente, a Juazeirense tem toda razão.

Mas o negócio pode sim acontecer desde que pelas vias legais, não por aliciamento do jogador pelas costas do presidente, uma conversa bem encaixada, tudo pode ser resolvido, mas não venham com falácias, a Juazeirense não é a casa da mãe Joana não, tem direção e projetos, inclusive para o jogador em epígrafe.

O que mais me causa espécie é de que o jogador foi oferecido ao Vitoria no começo da temporada, e ouve uma recusa por parte do clube do Barradão, e agora vem depois da performance do atleta no Cancão, o interesse foi despertado até dobrando os salários de Nildo Petrolina, o que aguçou o sistema financeiro do jogador. Mas como um clube que se diz em maus lençóis financeiramente dobra o salário de um jogador da série “D”?

Há um bom tempo esta prática de aliciar atletas dos clubes do interior saiu de cena no futebol baiano, primeiro que os clubes mais alicerçados abriram seus olhos e agora a conversa é bem diferente, por isso o papo tem que ser reto e com o clube em que o atleta vem servindo.

E os jogadores precisam pensar muito com relação às suas mudanças de clube, nem sempre subir de divisão é um bom negócio, é sair de uma titularidade conquistada para ser um reserva no clube para qual se mudou, de uma estabilidade sem cobrança direta, para um clube de massa onde as cobranças feitas diretamente sem que se pensem nas consequências.

Mas enfim, que foi um tiro que até então saiu pela culatra foi, pode ser que o Vitoria recarregue a arma cuidadosamente para que na segunda tentativa a munição não seja de festim.

#PRONTOFALEI@RECEBAAAAA

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