NA JUAZEIRENSE, A PRESIDÊNCIA SERÁ DE PAI PARA FILHO.

Por Jota Jota
Jota Jota

À frente da Desportiva Juazeirense desde a sua fundação em 2008, tão logo ter deixado o Juazeiro Social Clube, por desencontros de opiniões, o fundador do Cancão de Fogo, deputado Roberto Carlos, anunciou a sua renúncia ao cargo de presidente – embora seu atual mandato, só termine em 2022 -, alegando cansaço e outros compromissos que estão lhe absorvendo dentro da política.

Em reunião de diretoria realizada na sexta-feira 10, definiu-se que outro presidente será eleito no pleito na próxima terça-feira 14, e até o momento, apenas o advogado Randerson Leal, filho do deputado, lançou seu nome para ocupar a direção do clube, que disputa a série “A” do campeonato baiano, e pelo que desenrolar dos fatos, será eleito por aclamação, para dar prosseguimento aos trabalhos já iniciados, visando a retomada do campeonato estadual.

Randerson Leal, no momento, é o diretor das divisões de base do clube, e que tem acompanhado a evolução do mesmo, desde a sua fundação, tendo assumido inúmeras funções, dentre elas a do departamento jurídico. Nesta sucessão, uma coisa é certa na avaliação do colunista, a Desportiva Juazeirense não vai passar por competição de vaidades, pelas quais ainda passa o Juazeiro Social Clube, que o levou ao ostracismo, e ao caos, que parece ser irrecuperável.

Pelo que sabemos, o Deputado Roberto Carlos, vai permanecer como presidente de honra, e participar das ações, sem estar na linha de frente, uma espécie de consultor do novo presidente, que vai enfrentar uma administração, até então não exercida, mas observada de perto. Ao apresentar seu nome, Randerson Leal, revela que a Juazeirense, vai se manter como a terceira força do futebol da Bahia, conforme publicação do Ranking da CBF.

Já vimos esta transição, a de pai para filho, acontecer no Bangu, quando Castor de Andrade, deixou a presidência, para que seu filho assumisse, e na época, o trabalho continuou evoluindo, e o time só regrediu, quando a administração saiu das mãos da família de Castor. Como seguro morreu de velho, a Juazeirense vai seguindo seu caminho, o de pai para filho, e a diretoria, que permanecerá, continuará trabalhando duro.

A primeira ação de Randerson, será a de conseguir um local para que o clube treine, e jogue as partidas restantes do certame baiano, e com a chance de poder chegar no G-4,  o time está a um ponto da zona de classificação, e tem seis a serem disputados, com chances de chegar novamente a uma semifinal da competição.

#PRONTOFALEI.