Por Jota Jota
Jota Jota

Alguém conseguirá me explicar a tamanha queda de produção da Juazeirense, diante do Atlético de Alagoinhas, no Adauto Moraes, no jogo de ida da semifinal do Baiano? Como pode uma equipe se mostrar tão letárgica dentro de campo, sem poder de reação, deixando o adversário à vontade, e levar uma goleada, quebrando a invencibilidade dentro de casa, que vinha desde 2018?

As duas partidas anteriores, deram a todos os torcedores e simpatizantes do Cancão de Fogo uma esperança ímpar de ver novamente uma final em Juazeiro, devido a performance do time em campo, diante do Conquista e do Bahia de Feira. Será que foi salto Luiz XV (sapato alto), letargia, ou o já ganhamos imperou? O fato é que em campo o time não rendeu nada, e dificultou enormemente sua recuperação na partida de volta, pela diferença de gols sofrido. Nada impossível dentro do futebol, mas muitos serão os obstáculos a serem transpostos.

Casa do adversário, a chance de chegar a uma final depois de décadas, e ainda conseguir vaga para as Copas do Brasil e do Nordeste em 2021, fará do Carcará, uma barreira praticamente intransponível. Além do belo futebol que vem desenvolvendo nas mãos de Agnaldo Liz, que venceu seus três jogos na retomada do futebol.

Um resultado que deixou incrédula toda a diretoria da Juazeirense, que pelo esforço feito, não esperava sofrer logo na curva da reta final, uma pane tão séria. Agora é Carlos Rabello juntar os cacos, refazer o ânimo do elenco, e mudar o conceito na partida de volta, no famoso ganhou, mas não levou, embora no futebol, ainda exista a caixinha de surpresa, no famoso, de onde não se espera é que sai. Isso se chama auto confiança, e aliada à esperança, o torcedor acredita sim em milagres, e por que não?

Triste noite de quarta-feira, para o futebol das barrancas do Velho Chico, garanto que até o Nego D’água ficou ‘retado’.

#PRONTOFALEI.