Da Redação - Foto: Arquivo Pessoal

A 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro revelou hoje (13) o resultado do primeiro julgamento do mérito no caso FIFA x Heine Allemange, criador do spray para barreiras.

A juíza Fabelisa Gomes Leal deu razão à Fifa. Ela alega que a entidade não agiu de má fé no episódio e que a utilização da ferramenta de outros fornecedores não configura violação da patente que pertence à Spuni Comércio de Produtos Esportivos, de Heine

A entidade máxima do futebol celebrou o resultado. “A FIFA recebe com satisfação esta decisão do tribunal, que rejeita a ação infundada da Spuni e demonstra a imprecisão das recentes declarações que buscaram confundir o público sobre este assunto. Mais uma vez, essa decisão mostra que a FIFA sempre agiu dentro da lei e da boa-fé”, diz a nota.

Como cabe recurso, a defesa do criador irá recorrer. “Recorreremos da sentença de primeiro grau porque ela é incompatível com as patentes concedidas ao inventor em 44 países para delimitação de barreira e ao uso que a FIFA faz sem respeitar tais patentes e os acordos celebrados com o inventor”, alega a defesa.