Falôôô... A opinião de Jota Jota
Michael-Flamengo-14112021-Foto-Alexandre Vidal-CRF

Saído dos campos de peladas – ou babas como queiram -, lá da capital do Goiás, e com desvio de conduta para as drogas, depois de receber dinheiro das partidas disputadas pelo amador, Michael teve uma oportunidade no Goiás Esporte Clube, onde o seu futebol moleque apareceu em uma campanha elogiável no certame brasileiro e no estadual defendendo o time da Serrinha.

Michael foi tão bem que despertou o interesse de inúmeras agremiações, mas foi o Flamengo quem comprou o “passe” do jogador, já que estava montando um time com várias estrelas, e o moço de Goiânia, seria um bom reserva para um time estrelado.

Michael entrou em várias partidas, mas não enchia os olhos dos treinadores, e muito menos da torcida rubro negra. Seria mais um para o banco de reservas e poderia ser útil em alguns jogos. Pois bem, pacientemente o jogador das peladas e babas das periferias do estado de Goiás foi treinando, e com muita perseverança crescendo em sua performance, condicionamento físico e assimilando o jeito Flamengo de jogar.

Tem hoje o Mengo um super time, com estrelas de primeira grandeza, conquistando títulos e mostrando que é mesmo se não o melhor, um dos melhores do Brasil, tendo em vista que tropeços acontecem em todos os percursos. Mas paremos para observar um pequeno detalhe, qual o jogador de maior destaque no time treinado por Renato Gaúcho atualmente, e olhem que já vinha atuando assim com Rogério Ceni.

Michael é a bola da vez na equipe do Flamengo. O jogador tem decidido jogos com seu jeito simples e moleque de jogar futebol, e olhem não sei se está tendo o destaque do qual é merecedor. No cartola seus pontos são magistrais, para o treinador a válvula de escape, e para o torcedor a esperança de gols quando entra em campo.

A lista dos grandes nomes do Flamengo hoje, por obrigação e merecimento, tem que ter uma linha sobrando para que ali seja escrito o nome de Michael, uma surpresa agradável que nos dá a certeza de ver belas jogadas em progressão, ou seja em direção ao gol, buscando o objetivo de todo time, o triunfo. Seus dribles e improvisos de jogadas não são para humilhar os adversários e sim o seu jeito moleque e alegre de fazer o que gosta, jogar futebol.

Claro que muitas opiniões serão divergentes da do colunista e por ele respeitadas, mas que nestas observações quando se trata de Michael, vai ter um, MAS… E este basta para provar que o moço é hoje, se não a principal, a peça que desequilibra uma partida a favor do time de Renato Gaúcho, e a certeza do grito de gol nas arquibancadas. Seja dentro e ou fora de casa, segurem o Michael.

Eu não jogo no cartola, mas se assim o fizesse, meu time teria Michael e mais 10.

#PRONTOFALEI@JOTAJOTA