Surpresa para quem?

Todos torcedores, conselheiros, ex-dirigentes e jornalistas especializados em esportes, mais precisamente no futebol, já imaginávamos: o Vitoria vem sendo mal administrado, e sem elenco para a temporada de 2019, haja vista os primeiros jogos na Lampions League e no certame Baiano, os times colocados em campo, não conseguiram mostrar evolução, e nem inspiraram confiança em ninguém, e nesta quarta-feira 13, foi ao Maranhão, e perdeu para o modesto Moto Clube por 2 a 0, sendo sumariamente eliminado da competição, que em seu projeto orçamentário, o presidente Ricardo David, projetou ganhar 4,5 milhões de reais, que escorreram pelo ralo, pela apresentação de um time fraco, inconsistente, mal formado, e que nem raça em campo mostrou.

Iniciando assim, a sua caminhada de vexames em 2019, adoecendo do coração, milhares de torcedores, cuja noite e madrugada, foram de insônia, e preparação, para sofrer as gozações dos adversários, nas rodinhas de bate papo, nas redes sociais, e por telefonemas jocosos, o rival, mesmo aos trancos e barrancos, se classificou, e a onda de menosprezo, aumentou.

E não me venham com o paradigma, de que tem uma cabeça de qualquer coisa, enterrada no Barradão, o que tem enterrado lá, é uma enorme cabeça de incompetência, amadorista, que não sabe nada de administração, e gerenciamento de um time de futebol, e ainda centenário, nada contra as pessoas em suas vidas privadas, onde são realizados, mas como dirigentes no fantástico mundo do futebol, um zero à esquerda, é pouco para defini-los, e não é só o Administrativo, a incompetência, nasce no Deliberativo, passa pelo Administrativo, resvala no Fiscal e morre no de Ética, e ainda chamam estes departamentos de Conselho? E agora Ricardo David? O Leão não soube andar, e caiu de Moto em São Luiz.

A vida do Vitoria já estava conturbada, imaginem a partir desta desclassificação, os burburinhos, as cobranças, e as desconfianças, tomaram proporções incalculáveis, não quero acreditar, que nada será feito para que este quadro, que vem se arrastando desde 2016, quando foram eleitos, e mudaram os estatutos, até este dia 14 de fevereiro de 2019.

E outra viu, a pesar de navegar em céu de brigadeiro, tratando-se de administrativo, em campo o Bahia também não é nada, do que torcedores cantam em versos, pois ainda falta muito para que a prosa se associe, os titulares, por pouco não engasgam com o Rio Branco no Acre, que nem podemos chamar de modesto, é pequeno mesmo, aliás, onde tem time pequeno em campo hoje? Sabemos que para a dupla BA VI, o carro chefe de ambos, é mesmo o departamento de futebol, que vem sim precisando de uma tose CAVALAR de OUSADIA, os últimos elencos formados, não conseguiram dar a resposta que os dois clubes merecem, mesmo com o Bahia permanecendo na série A, e mantendo a espinha dorsal do ano passado, também não evoluiu, no Vitoria nem se fala, a casa ruiu, e vai ser preciso reconstruí-la.

Os mentores do nosso futebol, ainda pensam muito pequeno, e os cofres, vem sempre como a primeira desculpa, para que não se traga jogadores de qualidade, eu disse de qualidade, e não de renome, como antigos atletas em atividade, desses, muitos já desembarcaram por aqui, e o melhor lugar para treinamento, era a casa de espetáculos ARMAZÉM, logo ali em Lauro de Freitas, em campo, só decepções. Olhando para as atuações dos dois elencos, nos dá a nítida impressão, que estamos em pleno picadeiro de um imenso circo, com malabaristas, mágicos, equilibristas, atiradores de faca, e outros artistas, ficando a função de PALHAÇO, para os torcedores nas arquibancadas, Isso mesmo, porque o palhaço, mesmo estando triste, com problemas pessoais, vai estar presente em todos os espetáculos.

#PRONTOFALEI.