Crônica de um jornalista do interior na cobertura do torneio de futebol entre seleções mais antigo do mundo

Por Carlos Humberto – texto e fotos

Jogando bem ou mal, a barulhenta torcida chilena comemorou a passagem de sua seleção para a fase de quartas de final da Copa América. O árbitro Patricio Lostau não economizou e distribuiu 10 cartões, sendo nove amarelos e um vermelho. Com dois jogadores expulsos – o primeiro foi contra o Uruguai –, o Equador dificilmente vai ganhar o troféu Fair-play, se é que ele existe nesta competição.

11.946 mil torcedores pagantes foi o público anunciado pela Conmebol, o segundo menor desta Copa América de futebol ruim, fato que, apesar dos esforços dos organizadores para disfarçar, a realidade em campo é outra.

Chile e Equador permanecem na capital baiana e treinam. Os chilenos em Pituaçu, às 10h30, e os equatorianos, no Barradão, no mesmo horário.

Os adversários de domingo, Colômbia e Paraguai, que chegaram ontem, também tem atividades. A Colômbia, treina às 15h00 no Barradão e o Paraguai, às 16 horas, em Pituaçu. As duas participam da Coletiva Oficial, na Arena Fonte Nova, às 17h30 e 19h30, respectivamente.

Logo mais, à tarde, o Brasil decide seu destino na competição contra o Peru, na Arena Corinthians. Pressionado pelo fraco futebol apresentado pela seleção, o técnico Tite esconde possíveis mudanças cobradas pelos corneteiros de plantão. Um tropeço diante do time de Paolo Guerrero poderá aumentar o questionamento sobre sua presença à frente do time nacional, mesmo garantido pelo presidente da CBF, Rogério Caboclo, para a Copa do Catar.

Sem uma pauta definida, vou aproveitar a folga para prospectar um pouco a linda Salvador e almoçar com o grande jornalista Paulo Leandro. Como mudou desde os anos 70/80, quando nós, estudantes da AUJ – Associação dos Universitários de Juazeiro – dávamos os primeiros passos em nossas carreiras acadêmicas.