Crônica de um jornalista do interior na cobertura do maior torneio de futebol entre seleções do mundo

Por Carlos Humberto

O ambiente no Centro de Mídia da Conmebol na Fonte Nova segue a mesma rotina dos jogos anteriores. Hoje, véspera de Peru e Uruguai, jornalistas das duas nacionalidades dividem espaço com brasileiros na pressa para enviar fotos e textos para as redações.

É lá que encontro colegas dos outros jogos e o a conversa flui com naturalidade, sem tema definido.

Acompanhado do atacante Paolo Guerrero, jogador do Internacional de Porto Alegre, o técnico Ricardo Gareca abre a coletiva na sala em que o silêncio é quebrado pelo disparo de potentes câmeras dos fotógrafos em busca dos melhores ângulos.

Em seguida, Óscar Tabárez, um dos mais longevos técnicos do futebol internacional, no comando da seleção uruguaia desde 2006, dá prosseguimento ao ritual estabelecido pelo protocolo que precede a todos os jogos da competição. Ao seu lado, o meia Nahitan Nández, jogador do Boca Juniors, divide as atenções.

É visível o esforço diplomático de todos os entrevistados ao responder as perguntas dos jornalistas. Elogios de parte a parte e dissimulação para não deixar pistas dos planos para o duelo de amanhã.

Texto concluído, é hora de chamar o Uber para retornar e assistir Colômbia e Chile na TV.

COLETIVAS DO PERU E DO URUGUAI – GALERIA DE FOTOS