Crônica de um jornalista do interior na cobertura do mais antigo torneio de futebol entre seleções do mundo

Por Carlos Humberto – texto e foto

Acabou a moleza. Após trégua dos três primeiros dias sem chover, o sol tirou folga e as nuvens começam a descarregar água sobre a bela capital baiana. Será que amanhã vai dar praia para Brasil x Venezuela? Tomara.

Por isso, a programação de treinos e entrevistas anunciadas pela Conmebol sofreram alterações, embaralhando tudo. O campo da Arena Fonte Nova foi vetado para o reconhecimento de Brasil e Venezuela, como já acontecera com Argentina e Colômbia. Assim, a seleção brasileira volta ao Barradão às 17h30, e a seleção venezuelana vai para Pituaçu, meia hora depois. As coletivas estão mantidas para a sala de imprensa da Fonte Nova, o Brasil às 20 e a Venezuela às 21 horas. Isso significa que só encerraremos o trabalho de criação de textos e seleção de fotos por volta da meia noite.

A Seleção do Equador, que enfrenta o Chile no dia 21, já se encontra na cidade e treina no Barradão após a seleção brasileira, às 18h30.

Por causa da chuva, antecipamos a ida ao Centro de Mídia para receber as SADs, credenciais para os profissionais que trabalham no campo, e ficamos com a mesma cadeira – 106, jogo 7, atrás do gol do Dique de Tororó. Como a iluminação é um pouco melhor que a do Adauto Moraes, não tem problema.

Aliás, tem pouca diferença em cobrir um jogo da Copa América e outro do Campeonato Interbairro. Até as cordas são parecidas. Outra coisa que me faz lembrar da Seculte é a velocidade da Internet. As duas são coisas de cinema, só que uma é de filme de terror.

Hora do almoço. Mais tarde o papo continua.