Crônica de um jornalista do interior na cobertura do mais antigo torneio de futebol entre seleções do mundo

Por Carlos Humberto – texto e fotos
Ciro, Raoni e as respectivas na Fonte Nova, Colômbia x Argentina, 15-06-2019 – Agência CH

Abastecido, após um lauto almoço, o matuto retorna ao trabalho com uma decisão: não acompanhar o treino da seleção desta segunda no Barradão, a exemplo de outros colegas que preferiram ficar no burburinho do Centro de Mídia. Aqui, com predominância de brasileiros e latinos de uma maneira em geral, a troca de experiência enriquece o currículo de qualquer jornalista esportivo.

Que falta faz um cafezinho. Não adianta descer oito andares, mesmo de elevador, porque não vai encontrar nenhuma baiana com sua barraca de acarajé no entorno do estádio, território sagrado dos patrocinadores do milionário torneio, que pagará um prêmio de US$ 70 milhões (R$ 272,7 milhões), divididos entre as seleções participantes – o campeão recebe US$ 7,5 milhões, equivalente a R$ 29,2 milhões. Cada seleção já tem garantido pela participação a bagatela de US$ 4 milhões (R$ 15,5 milhões). Por serem convidadas e não filiadas à Conmebol, Catar e Japão recebem US$ 2 milhões cada.

Confira a premiação (em Real):

Campeão – R$ 29,2 milhões

Vice-campeão – R$ 19,4 milhões

3º lugar – R$ 15,5 milhões

4º lugar – R$ 11,6 milhões

Do 5º ao 8º lugar – R$ 7,7 milhões