Crônica de um jornalista do interior na cobertura do mais antigo torneio de futebol entre seleções do mundo

Por Carlos Humberto - Foto: Assessoria/CBF

Após a ressaca do frustrante 0 a 0 na Fonte Nova, Salvador amanhece chovendo em vários bairros, mostrando que a trégua era apenas para assistir o jogo da Seleção Brasileira.

Seja nas rodas de bate-papo, seja na grande mídia, a pauta é uma só: o pobre futebol da seleção nacional contra a Venezuela, as escolhas de Tite, a ausência de Neymar e a qualidade dos convocados.

Isso é tema que dura até a próxima vitória do time, quando Tite e seus jogadores deixam de ser questionados, ou, pelo menos, esquecidos até outro tropeço.

A Seleção Brasileira ainda está em Salvador e treina à tarde, às 15 horas, no CT do Vitória. Em seguida viaja para São Paulo. A Seleção Equatoriana tem atividade às 16 horas no mesmo local, e a Seleção do Chile faz treino fechado às 18 horas em Pituaçu.

O batom de Marta

Que a seleção feminina venceu a Itália e está classificada para a segunda fase do Mundial, todos sabem. Mas o que muitos não sabem é que o fato de a rainha Marta ter usado batom de uma marca que não patrocina a Fifa pode gerar uma dor de cabeça para a melhor do mundo seis vezes. Sem ter o que fazer, estão acusando a camisa 10 do Brasil de ter praticado o chamado marketing de emboscada*, o que ela nega.

O portal UOL explica que “O regulamento estipula dois tipos de “marketing de emboscada”: por associação direta, quando a empresa em questão tenta ligar seu nome ao torneio e leva o público a pensar que é parceira da Fifa, e por “intrusão”, quando a companhia aproveita a audiência de uma competição e convence um atleta a anunciar seu produto, muitas vezes, fingindo espontaneidade”.

Então, caros cartolas, deixem a nossa querida Marta usar o batom que quiser e vão cuidar de outras coisas.