Por Jota Jota
Jota Jota

Os ex-jogadores profissionais, e alguns ainda em atividade, estão se movimentando no sentido de sensibilizarem os senadores, para que o Projeto de Lei, que passou pela Câmara dos Deputados, com o aval prioritário do deputado federal Marcelo Aro, de Minas Gerais, possa ser retirado do contexto, isso porque o artigo 8º, retira das AGAP o direito de receber dos clubes os proventos que a lei Pelé determina.

Apesar de viver do futebol, o deputado Aro, não observou o trabalho filantrópico que a AGAP vem fazendo em todo o Brasil, auxiliando ex-atletas com remédios, faculdades e até funerais. A aprovação pegou a todos de surpresa, mobilizando a classe em todos os estados, na busca do apoio no Senado.

Abaixo assinados estão sendo feitos e encaminhados aos senadores de seus estados, porque a matéria vai ser votada no Senado. Em Salvador não deve ser diferente, o presidente da AGAP o ex-jogador do Bahia, Emo, juntamente com o membro Hugo Aparecido, ex-Vitória, se mobilizam.

Mas, para que o objetivo alcance os senhores senadores, e venha obter sucesso, é necessário que todos ex-jogadores estejam imbuídos na campanha e assinem o documento, pois quanto mais interessados, maior a pressão, e os senhores do senado, precisam receber documentos comprobatórios dos benefícios já realizados pela entidade.

Em Salvador mesmo, temos vários ex-jogadores que recebem bolsa escola, e outros o vale remédio, tendo um deles, que os remédios custam pouco mais de 700 reais mês; pergunta-se, como ele e os demais vão fazer sem este apoio? Será que os deputados da bancada da bola só pensaram nos clubes e nunca no que os ex fizeram por eles? Colocando-os nos holofotes e microfones da vida, possibilitando que eles chegassem ao congresso?

A luta destes moços será árdua sim senhor, mas acredito que eles irão receber o apoio do senado de uma forma geral, além do movimento, é acreditar que ainda exista bom senso, em determinados políticos brasileiros.
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#PRONTOFALEI.

*Este texto é de inteira responsabilidade do autor e não reflete, necessariamente, a opinião do Agência CH.