“Juazeiro não seguirá o decreto presidencial que considera academias, salões de beleza e barbearias serviços essenciais”, afirma Paulo Bomfim. Por decreto publicado semana passada, estas atividades continuarão suspensas até o dia 30 de maio

Ascom/PMJ

Amparado em decisão do Superior Tribunal Federal/STF, que já definiu caber a governadores e prefeitos decidirem sobre as medidas de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, como também em decorrência do aumento do número de casos de pacientes confirmados com a Covid-19 em Juazeiro, saltando de 18 para 35 nos últimos dias, o prefeito Paulo Bomfim afirma que não é hora de negligenciar.

“Vamos continuar dialogando com os diversos segmentos e, conjuntamente, elaborando um plano de retomada para quando estivermos bastante seguros de que não colocaremos vidas humanas em risco”, assegura.

Até o início desta terça-feira, 12, o Brasil contabiliza mais de 170 mil casos de pessoas infectadas com o novo coronavírus, com 11.656 mortes. Na Bahia já são 5.816 pessoas contaminadas, com 214 mortes. Pelo menos 4 capitais no país estão adotando lockdown e várias outras, assim como cidades de médio porte, passaram a determinar medidas restritivas e de acesso nos bairros mais afetados.

“A situação requer um esforço de toda a sociedade, pois o Brasil ainda não atingiu o grande pico da pandemia. Por isso é que precisamos manter o distanciamento social e outras medidas de proteção para que tenhamos o menor número de pacientes necessitando de leitos hospitalares ao mesmo tempo. Nossa luta é pela proteção à vida e isso só acontece com prevenção e com a rede de saúde não entrando em colapso”, endossou a secretária da Sesau, Fabíola Ribeiro.