Da Redação - Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Enquanto autoridades de países da Europa e América do Sul anunciam o cancelamento de suas temporadas, e até os remarcados Jogos Olímpicos correm risco de cancelamento, no Brasil o desfecho caminha para uma reabertura mais breve do que se esperava.

Sede da CBF no Rio de Janeiro (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

Nesta segunda-feira, os adeptos dessa corrente ganharam um reforço de peso. Em entrevista, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que “Eu aprovo”, (a volta do futebol), desde que tenha o “parecer do Ministério da Saúde”. “Vamos fazer as coisas com bastante responsabilidade” – recomenda a maior autoridade do país.

A fala do presidente segue a mesma linha do secretário especial do Ministério da Economia, Carlos Costa, que anteriormente afirmou que a temporada poderia ser retomada “em breve”.

Embora considerem um apoio importante, clubes negam que tenham procurado o governo federal para tratar desse tema. Alguns acreditam que essa mudança se deva a troca de comando no Ministério da Saúde. O antigo titular, Luiz Henrique Mandetta, previa a liberação para o segundo semestre. Mais alinhado ao presidente, o atual titular da pasta da Saúde, Nelson Teich, ainda não se pronunciou publicamente.

Enquanto isso, as reuniões virtuais entre associações de clubes, sindicatos de jogadores e dirigentes de federações e da CBF, se intensificam à medida que se encerra o período de férias antecipado.