Da Redação - com informações do Globo Esporte

Para matar a saudade, o amante do bom, corrijo, do espetacular futebol jamais praticado no globo terrestre, tem um compromisso em frente da telinha da TV a partir desta terça-feira 14, a partir das 19 horas, até sexta-feira. Aos sábados e domingos, o horário é mais cedo, às 18 horas.

Graças à feliz iniciativa do grupo Globo (canal SporTV e TV Globo), que nos presentou a semana passada com a reprise dos jogos da inesquecível seleção de 1982 – parafraseando o craque Tostão, “quanto mais eu vejo essa seleção jogar mais eu gosto dela” – o Brasil em peso irá acompanhar a campanha do tricampeonato, quando a melhor seleção de todos os tempos, com Pelé se despedindo de sua brilhante carreira de jogador de alto nível se despedia, brilhou em gramados mexicanos, recebendo aplausos e reconhecimento do mundo da bola.

Serão seis jogos e seis vitórias para assistir e torcer. Lances inacreditáveis que se tornariam referência. 19 gols marcados e 7 sofridos. Jairzinho, o artilheiro, marcou seis vezes. Além do talento da geração de Carlos Alberto, Clodoaldo, Gérson, Rivelino, Jairzinho, Tostão, Pelé, Brito, Félix, Zé Maria, Joel, Piazza, Everaldo, Zé Maria, Marco Antônio, Fontana, Dario, Roberto, Leão, Ado, Balcocchi e Edu, esta seleção deixou como legado uma nova maneira de jogar futebol, mostrando um novo esquema tático, sob o comando do mestre Zagallo.

Veja a programação:

  • 14/04 – TERÇA, 19h – Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia (Luiz Carlos Jr e Lédio Carmona)
  • 15/04 – QUARTA, 19h – Brasil 1 x 0 Inglaterra (Everaldo Marques e Alexandre Lozetti)
  • 16/04 – QUINTA, 19h – Brasil 3 x 2 Romênia (Daniel Pereira e Carlos Eduardo Lino)
  • 17/04 – SEXTA, 19h – Brasil 4 x 2 Peru (Eduardo Moreno e Roger Flores)
  • 18/04 – SÁBADO, 18h – Brasil 3 x 1 Uruguai (Gustavo Villani e PVC)
  • 19/04 – DOMINGO, 18h – Brasil 4 x 1 Itália (Cleber Machado, Caio Ribeiro, PVC e Casagrande)

PVC, que estará nos comentários da semifinal e da final, rasgou elogios ao time de 70, para ele a maior seleção de todos os tempos.

– Genial comentar os jogos. Acho que é a maior seleção da história de todos os tempos, porque ela é inovadora no plano tático. O time volta o tempo inteiro para bloquear os espaços, com só o Tostão na frente. Tem no Tostão quase um falso 9, embora ele sempre ressalte que era centroavante desse time. Tem capacidade do contra-ataque, capacidade de troca de passes. Time com repertório assustador.

– E com uma geração de Carlos Alberto, Clodoaldo, Pelé, Gerson, Jairzinho, Tostão, Rivellino. Acho inigualável, acho seleção mais importante mais importante para a história do futebol do que a Holanda de 1974, que é importantíssima, do que o Brasil de 1982, para mim é a seleção de todos os tempos – completou.

Para Lédio Carmona, que estará na transmissão da estreia ao lado de Luiz Carlos Jr nesta terça, a Copa do Mundo tem seu valor ainda maior por conta dos grandes adversários.

– Foi uma Copa rica tecnicamente. Brasil no auge, com a última Copa do Pelé, última Copa do Gerson, a Copa da explosão do Jairzinho. Rivellino explodindo também. Era uma seleção com Tostão jogando uma Copa exuberante. Era moderna, ditou tendência, como era móvel, eclética, como se antecipava ao jogo moderno.

– Uma grande seleção que tinha grandes adversários. Itália com seu ferrolho tinha um time muito bom. Tinha toda a questão da revanche do Brasil com o Uruguai, que se consumou na semifinal. Alemanha também era um time fortíssimo.