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sexta-feira, dezembro 3, 2021

Show “Enquanto a Pele Arder” leva Maurício Dia a Salvador

Show “Enquanto a Pele Arder” leva Maurício Dia a Salvador

Artista de Juazeiro faz dois shows da mais autêntica Bossa-Nova

Cantor-Mauricio Dias-agenciach

A mais autêntica Bossa-Nova, nascida às margens do Rio São Francisco, em Juazeiro, toma conta do palco da Varanda do Sesi Rio Vermelho nos dias 21 e 28 de outubro, duas quintas-feiras, a partir das 20h, no show “Enquanto a Pele Arder”, do cantor, compositor e instrumentista de Maurício Dia, que é juazeirense, e já andou pelo mundo levando sua música para os mais diversos palcos.

Na companhia de Ricardo Marques (bandolim, violões e guitarra), Chico Sá (percuteria) e André Santana (teclados), Maurício Dia apresentará composições autorais, composições de João Gilberto, inclusive um poema escrito por João Gilberto na adolescência e musicado por Maurício, o “Pingos Molhados”, mas também seu lado mais pop e tropicalista, fruto da sua vivência musical variada, que o fez, por exemplo, ter laços estreitos com os Novos Baianos.

Sobre Maurício Dia – Nascido em Juazeiro, em 1955, Maurício, desde cedo, mostrou sua acentuada inclinação pela música. Criança ainda, e com uma extraordinária memória musical, exibia-se em palcos imaginários, imitando cantores consagrados da época. Cresceu ouvindo música clássica, jazz, a orquestra de violinos de Paul Mauriat, Beatles, Jovem Guarda e um ritmo diferente que surgia, chamado Bossa Nova. Conterrâneo, admirador, amigo e discípulo de João Gilberto, Maurício Dias não tinha outro caminho a percorrer. A Bossa Nova é seu leme, ponto de partida e reta de chegada.

Maurício Dia estreou artisticamente em Salvador em 1980, no Teatro Vila Velha, vindo da experiência dos festivais universitários. Em 1982, ao lado de nomes como Durval Lelys, Banda Eva, Pepeu Gomes gravou para o disco “Bahia Momo 82”. Se apresentou em diversos palcos de Salvador até que foi para São Paulo, onde se juntou aos Novos Baianos, fez parcerias com Galvão e gravou dois discos. Lá também criou  os grupos musicais Olho Mágico e Ovos Brasil, este com Luiz Brasil e Suzana Belo. Em 1983 teve sua composição “Voltar ao Zero” gravada por Paulinho Boca.

No final dos anos 80 dá uma guinada na carreira e passa a trabalhar com publicidade, sendo autor de jingles de muito sucesso. Em 1999 volta a trabalhar com música e lança o CD duplo *(nome do CD)* com participação de João Donato Ricardo Silveira, Luiz Brasil e do ator Paulo Betti. De lá para cá não parou mais de fazer música e, em especial, Bossa Nova.

Serviço:

Show “Enquanto a Pele Arder”, de Maurício Dia

Datas: 21 e 28 de outubro

Horário: 20h

Local: Varanda do Sesi Rio Vermelho

Ingressos: R$ 30,00

Assessoria de Imprensa – Doris Pinheiro – 71 98896-5016

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