Falôôô… A opinião de Jota Jota

Com toda certeza, a juventude futebolística da atualidade, onde a modernidade, e evolução são as palavras mais utilizadas, para um chamado novo (?), que esbarra na involução, com o moderno, deixando por demais a desejar.

Quero voltar no tempo, se é que me é permitido, para lembrar aos de tenra idade, e aos novos, que são pelo menos estudiosos do futebol, principalmente sobre o escrete canarinho, para falar sobre CONVOCAÇÕES, isso mesmo, vamos comparar as convocações de outrora, com as da modernidade atual.

Comecemos, pelas dos três campeonatos, 58, 62, e 70, quando nos tornamos, o país do futebol, com times que davam espetáculos, pela maneira e magia de jogar. Usando além do coletivo, a ousadia individual dos jogadores, que estavam bem em seus clubes, e dentro do Brasil, pois a seleção, sempre era formada, pelos melhores times da época, quando se usava a base de um deles, inserindo, no time, jogadores que se destacavam em seus clubes.

A base já foi do Santos, Botafogo, Palmeiras, São Paulo e Flamengo com tele, que usou peças do Cruzeiro e Atlético, mas tinha uma base, e sabem para que? Utilizar o entrosamento dos times, pelo pouco espaço de treinamento, e usar 3 ou quatro peças apenas, não trouxe em nenhuma delas, uma quebra de ritmo, e fomos a escola de um futebol, que hoje a Europa utiliza, e que esquecemos de cultuar, passando a jogar um tal de futebol força.

Vala me Deus, hoje os chamados PROFESSORES (?), fazem o chamado CATADINHO, e de jogadores que atuam fora do país, que se encontram por acaso, calçam suas chuteiras, e jogam como lhe der na cabeça, e os pardais dos bancos de reservas, fazendo suas invenções, isso sem contar, que não temos quem desequilibra, e s que fazem isso, são preteridos pelos queridinhos.

Nem vou mencionar nomes aqui, mesmo porque a nossa safra é ruim mesmo, e o melhor conjunto da atualidade, é a Sociedade Esportiva Palmeiras, que deveria ter a sua base utilizada, com a incursão de peças, menos produtivas do time treinado por Scolari, e não necessariamente, teria que ser ele o técnico.

Por tudo isso, pelos 7 a 1 da Copa em casa, da falta de produtividade e uma performance convincente, o torcedor acabou se desligando do selecionado brasileiro, apoia por ser aquele que não desiste nunca, mas que hoje, tem preferência de ver o seu time de coração, o que fora deixado claro na Arena Fonte Nova, quando a seleção, deixou o campo vaiada. Eu queria ver na época dos Dinossauros da Bola, pois já estão velhos, Tostão, Rivelino, Pelé, Éder, Zico, e tantos outros em clubes e ou na seleção canarinho, não atropelarem, a chamada retranca venezuelana, cujo país passa por sérias dificuldades, mas o futebol vem evoluindo, mesmo que seja para não tomar gols.

Sem falta modéstia, assim como fizeram com as camisas, o tal do modelo retro, que a prática, seja usada nas convocações, retrocedam nas atitudes, revendo as convocações, e os apadrinhamentos, deixando que atuem, jogadores que possam em conjunto, e ou individualmente, decidir jogos. Enquanto isso, os torcedores vão penando, e o selecionado brasileiro, que um dia fora o melhor do mundo, hoje é apenas mais um nas competições.

#PRONTOFALEI.