“Extraordinária a competição com o nível técnico elevadíssimo”, relata o diretor-geral da Sudesb, Vicente Neto, sobre a Copa 2 de Julho de 2024
Goiás vence o Botafogo por 1×0 e conquista pela primeira vez a Copa 2 de Julho
Com o fim da Copa 2 de Julho de Futebol Sub-15 neste sábado, 13, no Estádio de Pituaçu, o balanço da edição e a preparação para 2025 já começa. Em campo, o Goiás venceu o Botafogo por 1×0 e conquistou pela primeira vez a competição. O nível técnico e a presença de mais times foram comemorados pela gestão do esporte do Governo do Estado.
Diretor-geral da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), que organiza o torneio, Vicente Neto, comemora e lembra que a Seleção Brasileira não se classificou pelo segundo ano consecutivo nem às semifinais, demonstrando o alto nível técnico da competição e o investimento das equipes nas suas divisões de base.
“Extraordinária a competição com o nível técnico elevadíssimo. Ter na final, dois times com tradição no futebol brasileiro é a demonstração que é uma Copa cada vez mais prestigiada. Tenho certeza que vai continuar sendo a maior competição do Brasil”, pontua Vicente ao lado do campo acompanhando uma final disputada entre os jovens.
Para Vicente, a projeção está no caminho. “É a disputa saudável do futebol e a possibilidade desses meninos poderem se mostrar para captadores de grandes clubes do Brasil e da Bahia, além de gestores de projetos sociais que vêm entender a lógica da política pública do esporte e do lazer no estado da Bahia. Por isso, o governador abraçou, colocou embaixo do braço e falou que seria a maior de todas. E ela é a maior do Brasil.”
Inclusive, o Santa Rita de Cássia, eleito melhor time do interior, é um exemplo ao chegar nas quartas de final em um jogo parelho contra o Palmeiras, em que perdeu por 3×1. Mas, o time surpreendeu eliminando o Bahia na fase de grupos e o Comercial (MA) nas oitavas.
Sobre o trabalho durante o evento, Diogo lembra a importância dos empregos e da renda gerados e descentralizados para o interior durante o evento. “Tivemos 64 sub-sedes e 16 sedes na fase regional, com os times que se deslocavam, se hospedavam e se alimentavam em diferentes cidades.” Além disso, a equipe técnica de arbitragem da competição teve a chancela, o carimbo e a indicação da Federação Bahiana de Futebol (FBF), com o histórico de revelação de árbitros também na Copa 2 de Julho.
Novidades – Vicente aponta que a edição do ano que vem vai ter mais surpresas. “A Copa termina hoje e na segunda já teremos reunião de avaliação para preparar a edição de 2025. É um trabalho árduo que demora meses. É uma competição longa, que também dura meses com as fases preliminares até a final. Teremos surpresas sim porque tivemos contatos de clubes, sugestões no regulamento e propostas até sobre uma versão feminina. Temos uma comissão cheia de proposições e ideias para anunciar no momento certo.”
Já Diogo esclarece que um dos principais pontos é que a Copa 2 de Julho consiga abraçar a quantidade de pedidos de times para participar que não param de aparecer. “Nossa pressão maior para 2025, por causa do tamanho que chegamos, é que consigamos manter o nível no interior e ampliar os convites de times nesta fase final para que possamos incluir aqueles que, por exemplo, neste ano, ficaram numa lista de espera. Pelo menos, cinco clubes da Série A solicitaram vaga e nós não tínhamos mais”, finaliza.
A Copa 2 de Julho é organizada pela Sudesb, com apoio do Ministério do Esporte, da FBF e da Federação Baiana de Desporto de Participação (FBDP).
Ascom Sudesb – Marcus Valença e Maurício Viana