Copa do Mundo 2027: Esporte feminino deve superar US$ 3 Bilhões até dezembro e treino aquático ganha espaço
Com calendário mais intenso e maior presença feminina no esporte, a água surge como aliada para manter o condicionamento e reduzir a sobrecarga física das atletas.
Assessoria de Comunicação Speedo – texto e foto
A proximidade da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil entre 24 de junho e 25 de julho, amplia a atenção sobre a estrutura oferecida às jogadoras dentro e fora dos campos. O torneio reunirá 32 seleções em 64 partidas, enquanto o futebol feminino brasileiro atravessa um ciclo de expansão: a CBF prevê investir mais de R$ 685 milhões na modalidade entre 2024 e 2029, com aumento de 41% nas datas do calendário nacional e de 84% no número de partidas organizadas. Esse avanço acompanha uma mudança global no consumo esportivo. A base de fãs do futebol feminino crescerá 38% até 2030, passando de 500 milhões para mais de 800 milhões de pessoas, com as mulheres formando 60% desse público. O movimento já produz efeitos econômicos concretos. As receitas globais dos esportes femininos alcançaram US$ 2,4 bilhões em 2025, acima das projeções iniciais, e devem superar US$ 3 bilhões em 2026. O crescimento mostra que a presença feminina avança simultaneamente na prática, na audiência e no consumo de produtos e serviços esportivos, aumentando a demanda por estruturas de treinamento, recuperação e desempenho que considerem as necessidades das atletas durante toda a carreira.Dentro dessa preparação mais ampla, o ambiente aquático pode atuar como complemento ao trabalho realizado no gramado, especialmente em uma modalidade marcada por corridas intensas, acelerações, saltos, mudanças bruscas de direção e contato físico. A flutuação diminui a descarga de peso sobre músculos e articulações, enquanto a resistência da água permite trabalhar condicionamento cardiovascular, força, mobilidade, equilíbrio e controle corporal. Isso possibilita manter estímulos físicos em momentos nos quais a comissão técnica precisa administrar o impacto acumulado de treinos e partidas, sem retirar completamente a atleta da rotina de preparação. A corrida em águas profundas, por exemplo, já é estudada como uma alternativa capaz de preservar o condicionamento cardiovascular com menor carga sobre tecidos e articulações. A imersão também é utilizada no esporte de alto rendimento como recurso de recuperação após esforços intensos, embora sua aplicação dependa do objetivo, da temperatura, do tempo de exposição e da condição individual de cada atleta.
“A preparação esportiva deixou de acontecer em um único ambiente. O gramado continua sendo central para uma jogadora, mas a água permite desenvolver capacidades físicas importantes e controlar melhor a carga aplicada ao corpo. Em calendários mais intensos, essa integração pode ajudar a manter a atleta ativa, condicionada e preparada para responder às exigências da competição”, afirma Roberto Jalonetsky, CEO da Speedo Multisport. Na preparação de atletas de alto rendimento, piscina, campo e academia passaram a integrar uma mesma estratégia de desempenho. Em modalidades de impacto, o ambiente aquático permite trabalhar diferentes capacidades físicas ao mesmo tempo em que reduz a carga exercida sobre músculos e articulações. É a partir dessa relação entre treinamento aquático e outras modalidades que a Speedo Multisport observa uma mudança na forma de preparar atletas. De acordo com Roberto Jalonetsky, CEO da Speedo Multisport, a empresa ampliou sua atuação para áreas como fitness, equipamentos de academia, suplementos e lifestyle, em um movimento que acompanha a transformação da preparação esportiva em uma atividade cada vez mais multidisciplinar. Segundo o executivo, a marca apoia mais de 400 competições por ano, além de atletas de alto rendimento e jovens talentos.
A empresa também acompanha de perto o avanço da participação feminina no esporte e a necessidade de desenvolver produtos, espaços e experiências adequados a um público que ocupa cada vez mais espaço em diferentes modalidades. “O avanço das mulheres não está restrito aos grandes campeonatos. Ele aparece nas piscinas, nas academias, nas corridas, nas quadras e no consumo esportivo. Quanto mais mulheres entram e permanecem nesse universo, maior é a responsabilidade das empresas de compreender suas rotinas e oferecer condições para que pratiquem esportes em diferentes níveis. A Copa será uma vitrine importante para todos os setores da economia, mas o legado real estará na participação feminina que continuar crescendo depois do torneio”, afirma Roberto Jalonetsky, CEO da Speedo Multisport
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Sobre a Speedo MULTISPORT
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Presente no Brasil há 46 anos, a Speedo Multisport iniciou sua operação em 1978, através da Multisport Indústria Comércio e Representações LTDA. e. Com share de mercado de mais de 80% em esportes aquáticos no Brasil e reconhecida como a melhor fornecedora de equipamentos e vestuário para nadadores, a empresa ampliou sua linha de atuação e hoje também está presente nos seguintes segmentos: fitness, beach tennis, lifestyle, dermocosméticos, equipamento de academias e suplementos alimentares, além de possuir uma linha exclusiva de óculos e relógios. Com 3 lojas próprias e e-commerce, a Speedo Multisport está presente em todo o território nacional através de 40 mil pontos de revenda , entre pequenos e médios lojistas e grandes varejistas.
A Speedo Multisport é uma das principais incentivadoras do esporte brasileiro, patrocinando grandes atletas, federações e mais de 400 competições anualmente, além de fomentar a prática esportiva em diferentes modalidades. Em seu Elite Team, a Speedo Multisport conta com a multicampeã mundial e ouro em Tóquio 2020, Ana Marcela Cunha, com o Melhor Nadador da América do Sul pelo Swammy Awards, Guilherme Costa (O Cachorrão), além de outros atletas. A empresa acredita que o futuro está nos jovens e, através do Future Team, apoia, atualmente, mais de 20 atletas.
Assessoria de Imprensa
